Este é um blogue instrumental, feito sem veleidades. Penso nos meus alunos e na forma de o usar para lhes ser útil: experiência que se quer alimentada de experiências... e de invenções dos tempos que não temos tempo para ter...
7.12.10

 

Passada a fase dos filmes de comédia leve, Chaplin preocupou-se com questões de outra dimensão.

 

Uma delas foi o "mundo moderno" que à sua volta se desenvolvia e acelerava, com a produção industrial como suporte, e o consumo desenfreado como meta.

 

Por isso, em 1936, estreou nos Estados Unidos, um filme da sua autoria: "Modern Times" ("Tempos Modernos")

 

Nele a crítica social é clara e directa: à máquina, à escravização do homem aos interesses dos capitalistas da indústria, à desumanização das relações laborais, aos novos métodos de organização do trabalho e da produção que abrigámos debaixo das designações "Taylorismo" e "Fordismo".

 

Deixo

 

 

Grande Chaplin!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entretanto como o filme fica a pedir mais, deixo-vos mais uma parte importante que, aliás, contém uma sequência que a crítica considera como sendo das mais famosas de toda a História do Cinema:

 

 

Mas porque estes excertos são só mesmo isso, deixo-vos toda a sequência, respeitando a estrutura do filme e tudo o mais:
link do postPor temposnotempo, às 13:13  comentar

De miguel Adão a 13 de Dezembro de 2010 às 16:58
Este filme retrata um dia de trabalho numa fabrica nos começos da era industrial , onde as condições de vida dos trabalhadores eram muito duras É uma critica de forma cómica dos sofrimentos suportados pelo povo durante a industrialização capitalista. Os ricos burgueses que são os patrões querem muitos lucros daí o aparecimento da produção em cadeia " taylorismo" e o trabalho em serie " fordismo ". Dá-se a automação, isto é o homem intervêm o mínimo no processo produtivo. Tal como vemos o Charlie Chaplin numa cadeia de produção, sem quaisquer condições de trabalho. Apenas se limita a fazer tarefas rotineiras horas e horas a fio ( 14 a 16 horas por dia) em pé como se se tratasse de um " homem máquina". Mal tem pausa para descansar, pois o patrão chama-o logo para ir trabalhar, e quando sai do trabalho continua com " tiques " que resultam de estar muitas horas a fazer a mesma coisa. Desses tiques podem resultar doenças psicológicas ou tendinites ( doenças profissionais). Vê-se claramente os patrões a explorar o trabalhador.
Miguel Adão 9ºC
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Este filme retrata um dia de trabalho numa fabrica nos começos da era industrial , onde as condições de vida dos trabalhadores eram muito duras É uma critica de forma cómica dos sofrimentos suportados pelo povo durante a industrialização capitalista. Os ricos burgueses que são os patrões querem muitos lucros daí o aparecimento da produção em cadeia " taylorismo" e o trabalho em serie " fordismo ". Dá-se a automação, isto é o homem intervêm o mínimo no processo produtivo. Tal como vemos o Charlie Chaplin numa cadeia de produção, sem quaisquer condições de trabalho. Apenas se limita a fazer tarefas rotineiras horas e horas a fio ( 14 a 16 horas por dia) em pé como se se tratasse de um " homem máquina". Mal tem pausa para descansar, pois o patrão chama-o logo para ir trabalhar, e quando sai do trabalho continua com " tiques " que resultam de estar muitas horas a fazer a mesma coisa. Desses tiques podem resultar doenças psicológicas ou tendinites ( doenças profissionais). Vê-se claramente os patrões a explorar o trabalhador. <BR>Miguel Adão 9ºC <BR class=incorrect name="incorrect" <a>nº18</A>

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