Este é um blogue instrumental, feito sem veleidades. Penso nos meus alunos e na forma de o usar para lhes ser útil: experiência que se quer alimentada de experiências... e de invenções dos tempos que não temos tempo para ter...
9.3.10

 

Pedra de Roseta

 

 

Jean-François Champollion

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Fran%C3%A7ois_Champollion

 

Agora que já há trabalhos entregues sobre a Pedra de Roseta e Champollion, lembrei-me de vos aconselhar um sítio onde podem ver os vossos nomes escritos em HIERÓGLIFOS!

 

Que tal?  www.egipto.com

 

Experimentem! O sítio está em espanhol mas não é inconveniente de maior. Tem além disso muita informação sobre outros aspectos, como, por exemplo, sobre o túmulo de Tutankamon, vários faraós, pirâmides, vida quotidiana, etc., etc..

 

Já agora: e adivinham como é "Fernando" escrito pelo "escriba" do sítio? É fácil!

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 22:36  comentar

18.2.10

O mito de Osíris é um dos mais belos da mitologia do Antigo Egipto e que aparece ligado ao da criação do Universo.

 

Osíris   Osíris

 

Para os antigos egípcios o céu era uma deusa coberta de estrelas: a deusa Nut.

 

A terra era o deus Geb, marido-irmão de Nut.

 

Antes da criação do Universo, Geb e Nut viviam juntos, mas o deus-sol Rá, emergindo do caos, ordenou a separação dos irmãos.

 

O pai deles era Shu (deus da atmosfera, marido-irmão de Tefnut, a deusa da humidade vivificante) que, completando o trabalho de Rá, criou o espaço e a luz entre eles, e elevou o corpo de Nut. Geb ficou deitado, possuindo no seu corpo as montanhas e o relevo da Terra.

 

 

Durante o dia Rá percorre o corpo de Nut. No entanto, à noite, a deusa desce e une-se ao marido, criando a escuridão.

 

Da sua união resultaram três filhos (deuses): Osíris, Ìsis e Set.

 

Osíris foi morto pelo invejoso e cruel Set que, depois, espalhou o corpo pelos pântanos do Nilo. Mas Ísis, mulher-irmã de Osíris, recolheu os pedaços todos e uniu-os. Depois embalsamou-lhe o corpo e conferiu-lhe o poder de voltar a viver depois da morte.

 

Assim Osíris tornou-se no rei do reino dos mortos, capaz de garantir a vida e felicidade eterna, após a morte, a todos os seus protegidos, depois de passarem no  julgamento dos mortos.

 

Isis, entretanto, ganhou fama e força como deusa do renascimento e como deusa-mãe protectora dos mortos.

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Os%C3%ADris#O_mito_de_Os.C3.ADris

 

http://www.magiadourada.com.br/egito.html

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 22:45  comentar

14.1.10

 

 

Bem, falar do Egipto antigo, como estarão a ver os grupos de trabalho, é falar, antes de mais, do rio Nilo.

 

Sem o Nilo o Egipto não teria prosperado, não teria sido possível erguer-se e estruturar-se a civilização que estudamos. Sem as cheias anuais, a água abundante e os seus limos fertilizadores como se conseguiriam produzir os alimentos? Na areia dos dois desertos das margens? Não ia dar!

 

Que tal uma volta ao longo do rio? Saboreado daqui garanto que não enjoa!!

 

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 17:30  comentar

 

 

De um passeio num espaço fechado a um passeio num espaço aberto (hoje, já que na altura, também tinha, claro, os seus espaços fechados...)!

 

No mapa descemos o Nilo, a partir do Cairo, uns 500! Km, e lá encontraremos o que resta deste antigo e importantíssimo templo, começado no tempo do Faraó Amenotep III    (c. 1391-1351 a.c.)

 

Disfrutem da monumentalidade do sítio! Tudo em grande! Construído para durar! Uma arquitectura colossal - colunas de vinte e tal metros; esculturas colossais, etc.

 

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 17:21  comentar

 

 

 

Como o Egipto fica um "bocadinho" longe, o melhor é deitar mão às ferramentas fantásticas de que hoje dispomos para dar umas voltas!

 

Bem que tal começar pelo Museu do Cairo?

Lá encontramos a maior colecção de obras de arte e de objectos do quotidiano dos antigos egípcios, para não falar de múmias, papiros, e outros importantes testemunhos, o que não é de admirar, se pensarmos que estamos na capital do moderno Egipto.

 

Próximo dele só as colecções do Museu Britânico (Londres) e do Louvre (Paris), em resultado do trabalho realizado pelos arqueólogos europeus nas terras egípcias desde o tempo de Napoleão e ao longo dos séculos XIX e XX.

 

 

link do postPor temposnotempo, às 16:51  comentar

13.1.10

 

A crença na imortalidade dominou a vida dos antigos egípcios (a uns mais do que outros, sabe-se... e no que respeita à mumificação ainda muito mais já que, na altura, as múmias custavam caro...).

 

Os "Livros dos Mortos", instruções para essa vida posterior à morte contam-se aos milhares no património que ficou do Antigo Egipto. Eram rolos de papiro onde elas eram escritas e depositadas. Esses rolos acompanhavam depois o morto no seu túmulo (para os que o podiam ter, obviamente! A maioria da população não passou do chão de areia, simplesmente).

 

Fica um pequeno mas muito rico filme sobre este assunto, ligado aos mitos e à religião, mas também à cultura, à escrita, à pintura, à arquitectura, à escultura e às artes decorativas egípcias. Espero que gostem!

 

 

link do postPor temposnotempo, às 20:07  comentar

10.1.10

 

 

Também no Youtube há muitos materiais sobre a construção das Pirâmides.

 

Este excerto que vos deixo deve merecer a vossa atenção. Vão ver que vale a pena!

 

Depois, certamente com vontade de não parar, têm à vossa disposição outros exceros do mesmo documentário e muitos outros. Aproveitem!

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 23:22  ver comentários (1) comentar


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