Este é um blogue instrumental, feito sem veleidades. Penso nos meus alunos e na forma de o usar para lhes ser útil: experiência que se quer alimentada de experiências... e de invenções dos tempos que não temos tempo para ter...
20.10.08

 

Com o blogue a não me deixar publicar tudo junto...

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Quase dois milhões de portugueses vivem em risco de pobreza. Desemprego, velhice, doença e os baixos salários são as principais causas que ditam o infortúnio de quem tem apenas 366 euros, ou menos, para sobreviver. (…)

Entre 1995 e 2000, 46% do portugueses passaram pela pobreza, em pelo menos um dos anos, refere Alfredo Bruto da Costa, no livro "Um olhar sobre a Pobreza, vulnerabilidade e exclusão social no Portugal Contemporâneo". (…)

 

 E apesar do risco de pobreza ser mais acentuado para os desempregados (31%) do que para as pessoas que têm trabalho (11%), verifica-se que a maioria dos pobres são trabalhadores por conta de outrem (30,8%) ou por conta própria (18%), reformados (21,6%) e domésticas (11%).

Os baixos salários, o fraco nível educativo e a falta de qualificações explicam este cenário. A par da actual crise financeira, com a consequente subida das taxas de juro para o crédito à habitação, que tem feito chegar às bolsas de pobreza gente, até hoje, imune a privações.

 

(Jornal de Notícias)

link do postPor temposnotempo, às 15:42  comentar

A propósito do Dia mundial contra a pobreza outros números saltaram, também, por aí:

 

(Lusa) - Oito por cento das europeus adultos com emprego vivem abaixo do limiar de pobreza e 9,3 por cento dos que têm idade para trabalhar vivem em agregados familiares onde todos os elementos são desempregados, segundo a Comissão Europeia.(…)

Ter um emprego nem sempre protege as pessoas de estarem em risco de pobreza. Em 2006, oito por cento dos cidadãos da União Europeia com emprego vivia abaixo do limiar da pobreza, enfrentando assim dificuldades em participar plenamente na sociedade.

Esta taxa variava entre quatro por cento ou menos na República Checa, Bélgica, Dinamarca, Países Baixos e Finlândia, 13 por cento na Polónia e 14 por cento na Grécia.

A pobreza em situação de trabalho está associada a salários baixos, poucas qualificações, emprego precário e, muitas vezes, ao trabalho a tempo parcial involuntário.(…)

As crianças são as que correm maior risco de pobreza (19 por cento na Europa dos 27). Este risco existe em todos os países, excepto nos nórdicos, na Grécia, Chipre e Eslovénia.

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