Este é um blogue instrumental, feito sem veleidades. Penso nos meus alunos e na forma de o usar para lhes ser útil: experiência que se quer alimentada de experiências... e de invenções dos tempos que não temos tempo para ter...
7.5.10

,Conhece-se mais ou menos como era, quem representava, como nasceu, o tipo de peças que eram representadas, as Tragédias, as Comédias, como e onde se organizavam os espectáculos, os festivais, os textos de muitas peças ainda hoje (re)publicadas e representadas por essa Europa fora (sobretudo).

 

Deixo-vos uma tentativa de aproximação (o uso das máscaras, o respeito pelos textos, a presença do Côro que, a partir de uma certa época começou a dialogar com os actores, sempre masculinos...).

 

Não se percebe o texto, mas não desistam: tentem perceber-imaginar como seria...

 

 

 

 

 

      Sobre a história, "Agamémnon": trata-se de uma das mais belas tragédias de Ésquilo, poeta que se sabe ter vivido entre 525-456 a.c. e que terá composto cerca de 80 tragédias, das quais apenas 7 chegaram até aos nossos dias: Prometeu Agrilhoado; As Suplicantes; Os Sete contra Tebas; Oresteíada (de 458, a única trilogia - 3 peças interligadas - completa que sobreviveu e que é composta por Agamémnon, As Coéforas e As Euménides). Foi o principal impulsionador da tragédia grega.

 

      Agamémnon foi o rei lendário de Micenas (uma das polis mais antigas) que chefiou os gregos na Guerra de Troia. No regresso foi alvo de uma cilada armada por Egisto amante da sua mulher Clitemnestra e por esta. Deixou três filhos: Orestes, Ifigénia e Electra (esta última inspiradora de uma outra peça famosa de outro dos grandes autores gregos - Sófocles). Electra, depois de salvar Orestes que sua mãe queria também assassinar, ajudou-o na vingança (era assim naqueles tempos e a mitologia grega está cheia destes crimes e intrigas...), ou seja, a matar a mãe e o seu amante, Egisto.

 

 

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17.3.10

 

 

Prometi o post sobre o livro - o "Sidereus Nuncius" ( o "Mensageiro das Estrelas") que Galileu publicou em Veneza, em Março de 1610, há precisamente 400 anos.

 

 

Como também o fiz para o Blogue da Biblioteca da Escola, remeto-vos para lá!

 

http://becristorres.blogspot.com/

 

Remeto-vos também para um sítio com muita outra informação e imagens sobre o tema.

 

http://www.ccvalg.pt/astronomia/historia/galileu_galilei.htm

 

Afinal é uma oportunidade para o contactarem de novo. Se gostarem, certamente que o visitarão depois.

 

Ah! E não esqueçam: os vossos comentários serão muito bem vindos!

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9.3.10

 

Pedra de Roseta

 

 

Jean-François Champollion

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Fran%C3%A7ois_Champollion

 

Agora que já há trabalhos entregues sobre a Pedra de Roseta e Champollion, lembrei-me de vos aconselhar um sítio onde podem ver os vossos nomes escritos em HIERÓGLIFOS!

 

Que tal?  www.egipto.com

 

Experimentem! O sítio está em espanhol mas não é inconveniente de maior. Tem além disso muita informação sobre outros aspectos, como, por exemplo, sobre o túmulo de Tutankamon, vários faraós, pirâmides, vida quotidiana, etc., etc..

 

Já agora: e adivinham como é "Fernando" escrito pelo "escriba" do sítio? É fácil!

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 22:36  comentar

17.2.10

 

Na ronda pelas três civilizações que estão a pesquisar, falta a referência aos INCAS.

 

 

Controlavam um vasto império na época em que chegaram os espanhois: nele estava incluída uma grande parte dos Andes e da costa do oceano Pacífico, desde ao sul da actual Colômbia até à região central do Chile.

 

No século XII estavam instalados no vale de Cuzco (Cusco, no actual Perú). Depois de lutas com vários povos vizinhos e de dominarem os Quéchuas, cuja língua adoptaram, num periodo de lutas que durou séculos, tendo por chefes os "incas" (imperadores), iniciaram um período de expansão territorial que Tupac Inca Yupanqui (1471-1493) levou praticamente aos seus limites máximos.

 

Quando chegou Francisco Pizarro - 1532 - a luta pelo poder estava acesa entre os dois filhos do imperador Huayna Capac (1493-1527). Num período de domínio de Atahualpa, este foi enganado pelos espanhois que assim tomaram Cuzco (a capital) e dominaram o centro do poder inca, pondo fim, nesse ano, ao seu império.

 

Os Incas tinham uma agricultura avançada. Domesticaram o LAMA. Dele tiravam a lã e a carne e usavam-no como animal de carga e trabalho insubstituível.

 

 

 Machu Picchu no meio das cadeias de montanhas peruanas( http://pt.wikipedia.org/wiki/Machu_Picchu )

 

 

 

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14.2.10

 

 

Sabe-se que em princípios do segundo milénio d.c. se instalaram no vale do México.

 

Tornaram-se, com os tempos, duros combatentes. Em 1325 fundaram a cidade principal de Tenochtitlan.

 

Depois de períodos de conquista, em que dominaram povos vizinhos e outros mais longínquos - os Tecpanecas, os Mixtecas, os Texcocanos, etc. -  acabaram por formar um importante império que, à chegada dos espanhois, em 1519, estava nas mãos de Montezuma II, um homem profundamente religioso que viu nos espanhois os deuses fatais que, segundo a sua religião, haveriam de chegar do mar, para destruir o seu império.

 

Foram bons agricultores e comerciantes. Foram excelentes Astrónomos. Criaram dois calendários complexos: um de 260 dias, religioso, e um de 365, solar. Criaram um sistema de numeração de base 20. Foram óptimos arquitectos e também são conhecidos por isso: destacam-se as suas pirâmides com muros em rampa, no cimo das quais se encontravam pequenos templos de sacrifício das vítimas.

 

A sociedade, o exército e o governo estavam submetidos à religião e aos seus deuses. Huitzilopochtl era o deus da guerra (Tenochtitlan) e do mal. A ele eram feitos sacrifícios humanos. Quetzalcoatle (serpente com penas de quetzal) era o deus da sabedoria o do bem.

 

Alguns Deuses Astecas

 

Estes eram dois dos deuses principais da sua religião politeísta.

Sobre esta civilização  foi feito o filme "Apocalipto" que, em 2008,  colheu muita atenção mundial.

 

 

link do postPor temposnotempo, às 12:19  comentar

 

 

Não fora a Arqueologia e deles quase nada saberíamos!

 

É claro que existem hoje vários povos que descendem dos MAIAS - Itzaes, Quichés, Pocomanes, Huaxtecas, etc.. - e mantêm ainda algumas das suas crenças e tradições, mas é pouco olhando ao que essa Arqueologia revela que eles foram.

 

Durante mil anos viveram e prosperaram sobre essa designação geral vários povos, no sul do actual México - Iucatão - e na Guatemala.

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula_do_Iucat%C3%A3

 

http://blokodenotasefotos.blogspot.com/2009/10/piramides-do-iucutao.html

 

Foram bons agricultores do milho grosso - http://pt.wikipedia.org/wiki/Milho -, bons comerciantes e ainda melhores arquitectos e ceramistas.

 

Politicamente evoluiram para uma complexa organização com base em cidades-estado (como vamos ver para a Antiga Grécia), dirigidas por governos militares, com o apoio de poderosos sacerdotes.

 

Paralelamente, desenvolveram a Matemática e a Astronomia; conceberam um Calendário complexo e um sistema de Escrita muito original.

 

No século X fundiram-se com os Toltecas.

Deixaram-nos vestígios poderosos de várias das suas cidades que, hoje, alimentam circuitos turísticos de importância mundial.

http://riviera-maya.costasur.com/pt/ir-a-chichen-itza.html

 

Chitzen-Itzá, Mayapan e Uxmal foram três das mais poderosas dessas cidades.

 

Uxmal - Pirâmide do Mágico

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pirâmide de Uxmal ( http://memoriavirtual.net/2004/07/sociedade/14-dias-iucatao/ )

EL Castillo, templo do Toltec-Maya de Kulkulkan a serpente emplumada, em Chichen Itza, Iucatão, México (reconstituição) ( http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://rlv.zcache.com/kulkulkan_temple_pyramid_poster-)
 
  
 
link do postPor temposnotempo, às 11:42  comentar

10.2.10

   Índio Pataxó

 

 

Para os grupos que estão com este tema de trabalho, no 8º ano:

 

   - não esqueçam o sítio da FUNAI (Fundação Nacional do Índio), a organização do Estado brasileiro que superintende as questões ligadas às populações indígenas

 

http://www.funai.gov.br/ (vejam os links à esquerda - "Índios do Brasil", p. ex.)

 

   - espreitem o sítio do Museu do Índio e vejam em "Educação" - "pesquisa escolar", que tem vários links para diversos povos que podem ser também úteis para melhor comprenderem a situação vivida no contacto com os europeus e as consequências disso para esses povos

 

http://www.museudoindio.org.br/template_01/default.asp?ID_S=33&ID_M=124

 

  - não esqueçam, depois, a pesquisa mais específica por alguns dos povos que os portugueses encontraram nas suas regiões de expansão territorial: não esqueçam que estamos a falar de muitos povos (quase 1200 línguas diferentes nos finais do século XV), muito diferentes entre si, com hábitos, costumes e modos de vida muito variados, muitos deles canibais e inimigos mortais.

    

   Pesquisem sobre os principais: os "Aruaques"; os "Jés"; os "Carijós"; os "Tupinambás"; os "Caraíbas"; os "Tupis"; os "Upiniquins" (de quem fala na sua carta o Pêro Vaz de Caminha); os "Pataxós"...

 

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 08:52  comentar

2.2.10

 Ficheiro:Carta-caminha.png

 

Retiro do Blogue da Biblioteca da Escola, pelo seu interesse, a referência a esta magnífica Carta que dá conta do "achamento" do Brasil pelos homens da armada de Pedro Álvares Cabral.

 

http://becristorres.blogspot.com/

 

Depois, de uma assentada, dêem uma espreitadela ao Blogue e fiquem amigos dele, ou seja, passem a visitá-lo!

 

Convido, entretanto, a pesquisarem sobre a Carta. Deixo uma sugestão:

 

http://pt.shvoong.com/books/255253-carta-caminha/

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 21:19  comentar

12.1.10

 

 

Falámos dele no 8º ano. Pouco que os tempos que correm (1 tempo semanal de escassos "90" minutos...) não dão para mais...

 

Mas que diabo: o homem descobriu a América para os ocidentais (e para os orientais que era afinal em quem ele queria "tocar"!

 

A 3 de Agosto de 1492 saiu do sul de Espanha a comandar três pequenas naus que, é claro, ficaram famosas: a "Santa Maria", a "Niña" e a "Pinta". Em 12 de Outubro chegava (sem saber) a uma ilhota das Bahamas.

 

O contrato com os reis espanhois era tudo menos modesto: nas terras que viesse a descobrir na Ásia - que era onde ele julgava que tinha de ir forçosamente parar (a terra é mesmo redonda e ela sabia-o bem...) - seria nomeado "almirante dos mares" e "vice-rei".

 

Azar!...pelo meio a barreira americana aplicou-se a estragar tudo! E ainda por cima D. João II de Portugal, também. De regresso a Espanha, faz a primeira escala em Lisboa, junto do rei português. Dessa história já falámos - deu no célebre Tratado de Tordesilhas, em que os dois reinos peninsulares se puseram em "bicos dos pés" na dança da divisão do mundo em dois - "este para mim; aquele para ti", com os outros reinos a assistirem... espantados!

 

Voltou lá mais três vezes: 1493; 1498; 1502. Deu para perceber que da Índia esperada... nem rastos!

 

Entre 1501 e 1502, entretanto, o italiano Américo Vespúcio percorria ao serviço do rei de Portugal as costas do Brasil e foi tão para baixo que passou mesmo o rio da Prata, local das cidades de Buenos Aires e Montevideu actuais. Era impossível estar no Oriente! Estava-se em presença de um novo continente, baptizado com o nome de  "América" em homenagem a esse navegador que primeiro compreendeu a sua existência.

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 23:34  ver comentários (1) comentar

7.1.10

 

     Falámos das pirâmides egípcias vendo material fílmico "arrepiante", relativamente ao grupo mais conhecido, estudado e falado: as três grandes pirâmides de Gizé a de Kéops (Kufu), Kéfren e Mikerinos (Menkaure). Há muitas mais para além delas. Falaremos disso.

 

     Hoje atraem milhões de turistas de todo o mundo. Há quatro mil e quinhentos anos atrás, depois dos funerais dos Faraós e família, começaram a atraír, sobretudo, os ladrões de túmulos que, como viram, trataram de "limpar" delas todas as riquezas que puderam, e que lá foram depositadas para apoiar a vida eterna dos seus ocupantes- e não só das pirâmides como vamos ver -,  aproveitando as possibilidades das diferentes épocas e circunstâncias.

 

     Deixo-vos algumas outras imagens reveladoras da sua estrutura e dimensão - a maior, a de Kufu, mede qualquer coisa como 147 metros (um prédio de 50 andares, aproximadamente).

 

http://www.millenniumsistemas.com.br/sites/orionbelt/imagens/piramides_perfil_largo.jpg

 

Vistas do espaço, através das lentes de um satélite:

 

pyramids_min.jpg

http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.evanog.com/press/wp-content/uploads/2007/10/pyramids_max.jpg&imgrefurl=http://www.evanog.com/press/%

 

Vistas com a sua muda guardiã - a Grande Esfinge:

 

 

 

Vista (a de Kufu) por dentro, em esquema:

 

 

 

 

Imaginadas no seu esplendor, com as ligações aos templos de apoio, junto ao rio Nilo:

 

As Pirâmides do Egito.Imagem: students.fct.unl.pt

 

http://images.google.pt/imgres?

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