Este é um blogue instrumental, feito sem veleidades. Penso nos meus alunos e na forma de o usar para lhes ser útil: experiência que se quer alimentada de experiências... e de invenções dos tempos que não temos tempo para ter...
9.3.10

 

Pedra de Roseta

 

 

Jean-François Champollion

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Fran%C3%A7ois_Champollion

 

Agora que já há trabalhos entregues sobre a Pedra de Roseta e Champollion, lembrei-me de vos aconselhar um sítio onde podem ver os vossos nomes escritos em HIERÓGLIFOS!

 

Que tal?  www.egipto.com

 

Experimentem! O sítio está em espanhol mas não é inconveniente de maior. Tem além disso muita informação sobre outros aspectos, como, por exemplo, sobre o túmulo de Tutankamon, vários faraós, pirâmides, vida quotidiana, etc., etc..

 

Já agora: e adivinham como é "Fernando" escrito pelo "escriba" do sítio? É fácil!

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 22:36  comentar

14.2.10

 

 

Sabe-se que em princípios do segundo milénio d.c. se instalaram no vale do México.

 

Tornaram-se, com os tempos, duros combatentes. Em 1325 fundaram a cidade principal de Tenochtitlan.

 

Depois de períodos de conquista, em que dominaram povos vizinhos e outros mais longínquos - os Tecpanecas, os Mixtecas, os Texcocanos, etc. -  acabaram por formar um importante império que, à chegada dos espanhois, em 1519, estava nas mãos de Montezuma II, um homem profundamente religioso que viu nos espanhois os deuses fatais que, segundo a sua religião, haveriam de chegar do mar, para destruir o seu império.

 

Foram bons agricultores e comerciantes. Foram excelentes Astrónomos. Criaram dois calendários complexos: um de 260 dias, religioso, e um de 365, solar. Criaram um sistema de numeração de base 20. Foram óptimos arquitectos e também são conhecidos por isso: destacam-se as suas pirâmides com muros em rampa, no cimo das quais se encontravam pequenos templos de sacrifício das vítimas.

 

A sociedade, o exército e o governo estavam submetidos à religião e aos seus deuses. Huitzilopochtl era o deus da guerra (Tenochtitlan) e do mal. A ele eram feitos sacrifícios humanos. Quetzalcoatle (serpente com penas de quetzal) era o deus da sabedoria o do bem.

 

Alguns Deuses Astecas

 

Estes eram dois dos deuses principais da sua religião politeísta.

Sobre esta civilização  foi feito o filme "Apocalipto" que, em 2008,  colheu muita atenção mundial.

 

 

link do postPor temposnotempo, às 12:19  comentar

 

 

Não fora a Arqueologia e deles quase nada saberíamos!

 

É claro que existem hoje vários povos que descendem dos MAIAS - Itzaes, Quichés, Pocomanes, Huaxtecas, etc.. - e mantêm ainda algumas das suas crenças e tradições, mas é pouco olhando ao que essa Arqueologia revela que eles foram.

 

Durante mil anos viveram e prosperaram sobre essa designação geral vários povos, no sul do actual México - Iucatão - e na Guatemala.

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula_do_Iucat%C3%A3

 

http://blokodenotasefotos.blogspot.com/2009/10/piramides-do-iucutao.html

 

Foram bons agricultores do milho grosso - http://pt.wikipedia.org/wiki/Milho -, bons comerciantes e ainda melhores arquitectos e ceramistas.

 

Politicamente evoluiram para uma complexa organização com base em cidades-estado (como vamos ver para a Antiga Grécia), dirigidas por governos militares, com o apoio de poderosos sacerdotes.

 

Paralelamente, desenvolveram a Matemática e a Astronomia; conceberam um Calendário complexo e um sistema de Escrita muito original.

 

No século X fundiram-se com os Toltecas.

Deixaram-nos vestígios poderosos de várias das suas cidades que, hoje, alimentam circuitos turísticos de importância mundial.

http://riviera-maya.costasur.com/pt/ir-a-chichen-itza.html

 

Chitzen-Itzá, Mayapan e Uxmal foram três das mais poderosas dessas cidades.

 

Uxmal - Pirâmide do Mágico

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pirâmide de Uxmal ( http://memoriavirtual.net/2004/07/sociedade/14-dias-iucatao/ )

EL Castillo, templo do Toltec-Maya de Kulkulkan a serpente emplumada, em Chichen Itza, Iucatão, México (reconstituição) ( http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://rlv.zcache.com/kulkulkan_temple_pyramid_poster-)
 
  
 
link do postPor temposnotempo, às 11:42  comentar

13.1.10

 

A crença na imortalidade dominou a vida dos antigos egípcios (a uns mais do que outros, sabe-se... e no que respeita à mumificação ainda muito mais já que, na altura, as múmias custavam caro...).

 

Os "Livros dos Mortos", instruções para essa vida posterior à morte contam-se aos milhares no património que ficou do Antigo Egipto. Eram rolos de papiro onde elas eram escritas e depositadas. Esses rolos acompanhavam depois o morto no seu túmulo (para os que o podiam ter, obviamente! A maioria da população não passou do chão de areia, simplesmente).

 

Fica um pequeno mas muito rico filme sobre este assunto, ligado aos mitos e à religião, mas também à cultura, à escrita, à pintura, à arquitectura, à escultura e às artes decorativas egípcias. Espero que gostem!

 

 

link do postPor temposnotempo, às 20:07  comentar

21.10.09

 

 

 

 

Para os que quiserem mais e com uma língua que percebemos melhor, deixo estes episódios que têm a direcção científica de um dos grandes arqueólogos franceses: Yves Coppens (falecido há pouco tempo).

 

Aconselho-os vivamente.

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 23:39  comentar

     

 

 

SOBRE O MAIS ANTIGO ANTEPASSADO DO GÉNERO "HOMO" - o "Homo Habilis"

 

Com base nos esforços que vão sendo feitos pelos cientistas através das suas descobertas e estudos, aí está um pedaço de uma série que já passou na nossa televisão.

 

Vai em espanhol mas julgo que se percebe o principal... que são as reconstituições e as imagens!

 

 

 

Prof.

link do postPor temposnotempo, às 23:03  comentar

6.11.08

      O jornal Expresso de 18 de Outubro publicou um artigo sobre este assunto dando voz ao arqueólogo Francisco Alves que participou nas escavações e nos trabalhos de levantamento e registo dos achados.

 

      Para as diversas perguntas que se têm colocado sobre a nacionalidade do navio e a época dos achados, Francisco Alves traz a resposta: uma (nada) simples moeda (entre os milhares que foram resgatadas)!!

 

      Nada mais, nada menos do que um "português", a moeda de ouro mais cara cunhada na época: "O tipo de carga, pelas suas características particulares, já indicava que a embarcação seria portuguesa, mas a moeda define-o claramente e consegue datar o naufrágio, pois no seu reverso está escrita a data da cunhagem, Outubro de 1525"

(Francisco Alves).

 

Apresentação em Flash PLayer

 

 

 

 

 

     Sobre esta moeda, cunhada em Portugal - com o ouro africano da feitoria da Mina - entre 1493 e 1538,aconselho vivamente uma publicação online do Banco de Portugal.

 

 

 

 

É uma delícia! Espreitem! Vale a pena!

 

http://www.bportugal.pt/servs/museu/OPortugues_flash.htm

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 22:49  comentar

31.10.08

 Que dirá a "Escrita do Sudoeste"?

 

     (Estela de Bensafrim, descoberta em 1882, em Lagos, existente no Museu Municipal da Figueira da Foz)

 

 

    Quanto à "Escrita do Sudoeste" e à importância que os cerca de 90 caracteres da estela achada em Setembro último no Alentejo podem vir a ter para se chegar a uma futura decifração, vamos tentar tocar no essencial de dois artigos, publicados no suplemento P2 do Público de 26 de Setembro último, que fizeram um bom ponto de situação:

 

     Parecem inquestionáveis as ligações, na origem, às escritas fenícia e grega. Nas cerca de 90 estelas funerárias já encontradas - quase todas em Portugal, no sul do Alentejo e zona serrana do Algarve, mas algumas em Espanha, nas vizinhas Estremadura e Andaluzia - aparecem signos oriundos dessas escritas orientais. Com efeito, povos dessas civilizações aportaram à Península Ibérica no século VIII a.c., trazendo consigo a primeira forma de escrita usada na Península.

 

     Desta forma de escrita já se conhece muita coisa: que corre da direita para a esquerda; que corre em forma de espiral; que não existe separação de palavras. Conhecem-se já os caracteres - e esta estela revelou um que não era conhecido ainda -, a sua fonética e alguma gramática. Identificam-se até nomes de pessoas.

 

     Então? Qual o problema ? Dar significado às diversas expressões!

 

     E é aqui que reside o entusiasmo que esta descoberta despertou: segundo o arqueólogo Amílcar Guerra que estuda há 20 anos o sítio onde a estela apareceu - Mesas do Castelinho, Almodôvar - esta estela não vem, por si só, trazer o golpe de varinha mágica que os especialistas necessitam, mas pela qualidade das suas inscrições e número de caracteres que disponibiliza, sem lacunas , deixa a convicção de que poderá dar um contributo muito importante nessa direcção. Daí o entusiasmo da afirmação deste arqueólogo que deixámos em título.

link do postPor temposnotempo, às 15:58  comentar

20.10.08

Sopram ventos de feição para a Arqueologia portuguesa: depois de uma equipa da Universidade de Lisboa ter descoberto no sítio arqueológico de Mesas de Castelinho, Almodôvar, em 5 de Setembro, uma sensacional estela funerária, soube-se agora que o navio - nau? galeão? da carreira das Índias - encontrado em Abril na costa da Namíbia é, de facto, português e tem dentro de si achados da maior relevância científica (dando de barato que os 70 milhões de euros de que se fala serão de menor relevância...) - estruturas do próprio navio, astrolábios, lingotes de ouro e prata, várias toneladas de cobre, 2500 moedas portuguesas e espanholas, canhões, pistolas, espadas, 50 dentes de marfim e objectos de navegação variados...

 

 

Voltarei com mais dados sobre um e outro. Entretanto informem-se! São descobertas da maior importância, daquelas capazes de abrir novas janelas sobre o passado e, por isso, bem capazes de o recrearem, para nossa fortuna (intelectual, já se vê...).

link do postPor temposnotempo, às 22:09  comentar


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