Este é um blogue instrumental, feito sem veleidades. Penso nos meus alunos e na forma de o usar para lhes ser útil: experiência que se quer alimentada de experiências... e de invenções dos tempos que não temos tempo para ter...
10.10.10

Já que entrei no terreno da música avanço com um post que já tenho começado há algum tempo.

 

Falou-se nestes dias muito do nosso Hino Nacional, símbolo vivo da República e dos seus 100 anos.

 

Como sabem, na origem, "A Portuguesa"  (o nosso Hino) foi uma canção de luta, patriótica, surgida na sequência do "Ultimato Inglês" de 1890, que obrigou o rei português a abdicar de territórios coloniais que queria ocupar em África e que, depois, durante a primeira revolta republicana contra a monarquia portuguesa que ocorreu em 31 de Janeiro de 1891, foi adoptada para ser uma bandeira da luta e esperanças republicanas.

 

Alfredo Keil e Henrique Mendonça que a compuseram tiveram presentes outras canções de luta surgidas no contexto das revoluções liberais que varreram a Europa ao longo do século XIX.

Uma das primeiras e, porventura, a que mais impacto e fama criou foi a canção  "Ça Ira" surgida em França, logo a seguir ao início dos múltiplos acontecimentos a que chamamos a "Revolução Francesa", como vimos.

 

Deixo-vos uma versão magnífica, cantada por Edith Piaff, uma das mais importantes cantoras de sempre, que tem ainda o mérito de evocar alguns dos acontecimentos que procurámos estudar levemente...

 

 

link do postPor temposnotempo, às 19:26  comentar

3.10.10

 

   Aprovada em 26 de Agosto de 1789 pela Assembleia Nacional Constituinte

 

 

Como prometido aqui está ela - a Declaração do título - para lerem na íntegra (se começarem já não dá para parar!) ou só parcialmente, em ambos os casos, como mais vos aprover! (é só clicar)

 

É um dos documentos mais significativos da História mundial. Mexemos-lhe pouco, mas ficou o suficiente para a sua ligação à Revolução Francesa (claro!...)e para a sua importância como documento revelador dos princípios Iluministas que vieram servir, sobretudo, os interesses maiores da burguesia.

 

Foi com base nela que se veio a aprovar em 1948, em sede da ONU, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, documento da maior importância para os nossos dias, ainda.

 

 

link do postPor temposnotempo, às 00:30  comentar


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