Este é um blogue instrumental, feito sem veleidades. Penso nos meus alunos e na forma de o usar para lhes ser útil: experiência que se quer alimentada de experiências... e de invenções dos tempos que não temos tempo para ter...
24.1.11

 

 

Agora que vamos estudar a queda da Monarquia e a implantação da República, faço uma chamada de atenção para o acto eleitoral de ontem, 100 anos após o 5 de Outubro de 1910.

 

Independentemente de quem venceu, e dos nossos gostos pessoais, destaco a importância dessa eleição, pelos poderes que o Presidente tem e que são fundamentais para a garantia do funcionamento do nosso sistema (regime) político. E também para a importância dessa escolha ser feita de forma directa, por votação de todos os portugueses.

 

Consultem para ficarem a conhecer melhor os poderes do Presidente, estabelecidos pela nossa Constituição de 1976 e alterações posteriores:

 

http://www.presidencia.pt/?idc=1

 

 

link do postPor temposnotempo, às 07:51  comentar

10.10.10

Já que entrei no terreno da música avanço com um post que já tenho começado há algum tempo.

 

Falou-se nestes dias muito do nosso Hino Nacional, símbolo vivo da República e dos seus 100 anos.

 

Como sabem, na origem, "A Portuguesa"  (o nosso Hino) foi uma canção de luta, patriótica, surgida na sequência do "Ultimato Inglês" de 1890, que obrigou o rei português a abdicar de territórios coloniais que queria ocupar em África e que, depois, durante a primeira revolta republicana contra a monarquia portuguesa que ocorreu em 31 de Janeiro de 1891, foi adoptada para ser uma bandeira da luta e esperanças republicanas.

 

Alfredo Keil e Henrique Mendonça que a compuseram tiveram presentes outras canções de luta surgidas no contexto das revoluções liberais que varreram a Europa ao longo do século XIX.

Uma das primeiras e, porventura, a que mais impacto e fama criou foi a canção  "Ça Ira" surgida em França, logo a seguir ao início dos múltiplos acontecimentos a que chamamos a "Revolução Francesa", como vimos.

 

Deixo-vos uma versão magnífica, cantada por Edith Piaff, uma das mais importantes cantoras de sempre, que tem ainda o mérito de evocar alguns dos acontecimentos que procurámos estudar levemente...

 

 

link do postPor temposnotempo, às 19:26  comentar


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