Este é um blogue instrumental, feito sem veleidades. Penso nos meus alunos e na forma de o usar para lhes ser útil: experiência que se quer alimentada de experiências... e de invenções dos tempos que não temos tempo para ter...
21.9.11

        Mapa do Império Romano - séc. II

 

 

 

 

 

http://www.historiadomundo.com.br/romana/mapa-do-imperio-romano.htm

 

 

 

 

http://imagohistoria.blogspot.com/2009/10/imperialismo.html

 

 

Mas, a partir do século III, os ataques ao Império Romano multiplicam-se - os "povos bárbaros" cobiçam-no...

 

 

 

 

http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=80

 

 

... até a sua metade ocidental - o IMPÉRIO ROMANO DO OCIDENTE - já não aguentar e cair, isto é, ser conquistada, dominada, por povos bárbaros (Germanos, etc. ) - ROMA é conquistada em 476 d.c..

 

Começa a formar-se a Europa... com vários reinos "bárbaros"...

 

 

 

http://medievaluff.blogspot.com/

 

 

...e com Portugal, já bem mais tarde, no século XII, em resultado da acção de D. Afonso Henriques (1139; 1143; 1185...):

 


 

http://www.flickr.com/photos/artesvisuais/page4/

 

 

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2.5.11

Tal como para o 9º e pelas mesmas razões...aí vai o documento para o 8º ano!

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link do postPor temposnotempo, às 22:19  comentar

26.3.11

 

 

Devido às dificuldades de acesso de alguns ao MOODLE, e a seu pedido, publico, como prometi, as instruções para a elaboração e entrega dos Trabalhos de Pesquisa e Síntese obrigatórios.

Fico agradecido à Professora Bibliotecária Isabel Sousa pelos ensinamentos que me vão permitir publicá-las com a apresentação devida!

 

link do postPor temposnotempo, às 08:29  comentar

23.2.11

 

Foi notícia há 20 anos: fortuitamente, junto à margem no Canal de Mira (não muito longe, visualmente falando, do ancoradouro do navio Santo André que vamos visitar), perto da Ponte da Barra, apareceram os destroços de um navio que logo se pressentiu ser do tempo das descobertas.

 

Após 4 rigorosas datações das madeiras pelo método do Carbono 14, chegou-se a uma data: meados do século XV!

 

Depois de campanhas de levantamento topográfico dos achados (debaixo de água, atenção!, tarefa, portanto, para os arqueólogos subaquáticos, no caso chefiados pelo professor Francisco Alves) e de levantamento dos restos do madeirame do navio (para além das centenas de peças de cerâmica comum que constituiam a sua carga na altura do seu afundamento - incêndio, ao que parece), chegou-se a uma certeza: tratava-se de um pequeno navio de carga e de cabotagem, de construção local, mas já com características que o aproximam de uma caravela dos descobrimentos.

 

 

 

Réplica de uma Caravela - a Caravela Vera Cruz, de 2000.

 

Este navio, baptizado com a designação "Ria de Aveiro A", "constituiu o mais antigo e bem preservadop vestígio da tradição ibero-atlântica conhecido à escala internacional" (do livro "Um Mergulho na História - O navio do século XV Ria de Aveiro A", edição do Museu Marítimo de Ílhavo e do Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática, 2004).

 

 

 

 

 

Em 1993 surgiu um novo achado: no Canal principal da Ria, algures entre a Lota e o Clube Naval de Aveiro, foram localizados os restos de um outro navio - o "Ria de Aveiro B" - também associado a um carregamento de cerâmica comum e que também foi alvo de estudos pormenorizados.

 

Deixo-vos algum material fotográfico.

 

 

 

 

 

 Vejam também: http://barramar.blogspot.com/2007/10/tesouros-escondidos-na-ria-de-aveiro.html

 

 

Quando estivermos na amurada do Santo André, e olharmos a Ria valerá a pena pensar: quantos navios e segredos escondem ainda as águas desta laguna fantástica que é a Ria de Aveiro?

 

 

 

 

 http://www.caestamosnos.org/Oceanos_e_Grandes_Rios/Bloco7.html

 

 

 

 

 

 http://toponimia-e-tudo-mais.blogspot.com/2009_10_01_archive.html

 

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 21:54  comentar

22.2.11

 

 

 

É um dos nossos Museus mais emblemáticos, com uma Colecção toda virada para as nossas tradições marítimas.

 

Dá grande destaque à pesca longínqua do bacalhau?

 

Dá, mas não se fica por aí: outras espécies de navios e barcos tradicionais de pesca lhe interessam, bem como instrumentos de navegação, redes e outras armadilhas.

 

Também se preocupa com o meio local e com os outros fins ligados à utilização secular dos barcos na Ria de Aveiro: apanha do moliço; transporte do sal; transporte de mercadorias; fainas sazonais na apanha da lampreia, das enguias, do sável e outras espécies migrantes ou sedentárias.

 

Deêm uma espreita à página do Museu na Internet!

 

 

http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/

 

 

 

 

Há que não esquecer ainda o Navio Santo André, um dos núcleos museológicos a visitar - um navio bacalhoeiro, feito na Holanda em 1948 e que durante 30 anos fez a faina da longínqua Terranova.

 

 

Comecem já a preparar a visita!

link do postPor temposnotempo, às 23:26  ver comentários (2) comentar

9.2.11

 

Independentemente de ter sido ou não o 1º europeu - e não foi... - a chegar ao continente americano, e das polémicas cada vez mais aprofundadas sobre a sua verdadeira nacionalidade e intenções, tem de se lhe "tirar o chapéu" pela dimensão da viagem que comandou em 1492!

 

No Cinema já houve várias tentativas de a reconstituir em filme. Uma última, de que falámos, teve meios mais avantajados, já que beneficiou do tempo - e dos dinheiros - das Comemorações dos 500 anos da viagem.

 

Deixo-vos dois trechos dele: o 1º relativo às dificuldades anteriores à partida, quando procurava o apoio dos Reis Católicos espanhois que tinham acabado de conquistar o último reino muçulmano da Península: o reino de Granada. O 2º que coloca as questões "científicas" que então se colocaram relativamente ao sentido da viagem.

 

 

link do postPor temposnotempo, às 09:31  comentar

 

O habitual era dar-vos por escrito uma Cronologia maior, mas como a escola sofreu mais uma vez cortes no seu orçamento e os tempos, como sabemos ( e sentimos...) vão sendo de muitas restrições, avanço aqui com algumas referências cronológicas maiores.

 

O Moodle fará depois o resto... se tudo correr como espero...

 

 

Destaco só a época que estamos a tratar:

 

1. A do plano da Índia - a de D. João II:

 

1482-84 - Diogo Cão descobre a foz do Rio Zaire e a costa africana até ao Cabo de Santa Maria;

1484-86- João Afonso de Aveiro no Benim; Duarte Pacheco Pereira e outros visitam o Benim e sobem os rios da Guiné 600 Km para o interior;

1485-86- Diogo Cão descobre a costa africana até à Serra Parda; sobe o rio Zaire e estabelece contactos com o rei do Congo;

1487-88- Viagem de Bartolomeu Dias: dobra o Cabo da "Boa Esperança" e descobre a passagem para o Oceano Índico;

             - Gonçalo Eanes e Pêro de Évora sobem o rio Senegal e chegam à importante cidade de Tombuctu;

             - Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva iniciam uma longa viagem ao Oriente pelos caminhos tradicionais;

             - Portugueses - entre eles o cartógrafo Pêro Reinel - visitam o Mali

 

2. A do plano da Índia, mas já no reinado de D. Manuel I:

 

1498-99 - Viagem de Vasco da Gama: concretização do "Plano da Índia";

1500 - Pedro Álvares Cabral desembarca no Brasil;

1501-03 - portugueses viajam por Sofala na costa ocidental africana e sobem a Montanha da Mesa no Cabo da Boa Esperança;

1509- Diogo Lopes de Sequeira chega a Malaca;

1511-14- Francisco Serrão descobre as ilhas "Molucas";

               - Chegada de portugueses a Timor;

               - António Fernandes visita o reino do "Monomotapa";

               - Jorge Alves atinje a China (1513);

               - Prováveis expedições portuguesas chegam à Austrália.

 

(adaptada e acrescentada, mas feita com base na Cronologia publicada em "Na Crista da Onda", números 11 e 26, Grupo de Trabalho para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses - Biblioteca da Escola)

 

 

link do postPor temposnotempo, às 09:21  comentar

12.1.11

 

Aí vai a chamada de atenção - mais material - para alguns dos meios técnicos que permitiram o nosso movimento expansionista dos séculos XV e XVI.

 

 

Caravela.                          

 

 As Caravelas (de vários tipos e tonelagens) e a réplica de 1990, a "Boa Esperança", construída em Vila do Conde.

 

 (http://www.prof2000.pt/users/hjco/descoweb/pg000400.htm)

 

(http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/9.5.htm)

 

 

vejam também http://www.forum-mergulho.com/index.php?/topic/17147-arqueologia-subaquatica-mergulha-na-ria-para-confirmar-naufragio/ 

 

 

e ainda http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/cultura/laboratorio-preserva-navio-antigo

 

 

e as Naus  (mais tarde fundamentais para a Carreira da Índia)

 

 

 

 

 

Os Astrolábios (com imensa variedade de formas)

 

 

http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm2003/icm11/napl1.htm

 

 

 

http://www.iep.uminho.pt/aac/hsi/a2005/Descobrimentos/recursos.htm

 

 

 

e vejam também http://www.lazer.clix.pt/artigo.asp?id=11782

 

 

 

 

 

Astrolábio “Santiago”, Museu da Marinha,
Lisboa, 3º quartel séc XVI, bronze, réplica.

Astrolábio “Sacramento B”, proveniente da
nau portuguesa Sacramento, naufragada na
Baía de Todos os Santos, meados séc XVII, réplica, bronze, Museu da Marinha, Lisboa. Descobrimentos

http://www.revistamuseu.com.br/emfoco/emfoco.asp?id=14242

 

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