Este é um blogue instrumental, feito sem veleidades. Penso nos meus alunos e na forma de o usar para lhes ser útil: experiência que se quer alimentada de experiências... e de invenções dos tempos que não temos tempo para ter...
7.12.08

Capa

 

mesmo sem gente nenhuma que te ouça,

poema intrínseco dito a português e dentes,

a sangue desmanchado,

com a estria lírica a fervilhar de riscas

rudes, frescas, roucas,

tu que como iluminas pela boca fora

 

Herbero Helder, A Faca Não Corta o Fogo, 2008

link do postPor temposnotempo, às 09:42  comentar

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