Este é um blogue instrumental, feito sem veleidades. Penso nos meus alunos e na forma de o usar para lhes ser útil: experiência que se quer alimentada de experiências... e de invenções dos tempos que não temos tempo para ter...
14.1.10

 

 

Bem, falar do Egipto antigo, como estarão a ver os grupos de trabalho, é falar, antes de mais, do rio Nilo.

 

Sem o Nilo o Egipto não teria prosperado, não teria sido possível erguer-se e estruturar-se a civilização que estudamos. Sem as cheias anuais, a água abundante e os seus limos fertilizadores como se conseguiriam produzir os alimentos? Na areia dos dois desertos das margens? Não ia dar!

 

Que tal uma volta ao longo do rio? Saboreado daqui garanto que não enjoa!!

 

 

 

 

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De um passeio num espaço fechado a um passeio num espaço aberto (hoje, já que na altura, também tinha, claro, os seus espaços fechados...)!

 

No mapa descemos o Nilo, a partir do Cairo, uns 500! Km, e lá encontraremos o que resta deste antigo e importantíssimo templo, começado no tempo do Faraó Amenotep III    (c. 1391-1351 a.c.)

 

Disfrutem da monumentalidade do sítio! Tudo em grande! Construído para durar! Uma arquitectura colossal - colunas de vinte e tal metros; esculturas colossais, etc.

 

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 17:21  comentar

 

 

 

Como o Egipto fica um "bocadinho" longe, o melhor é deitar mão às ferramentas fantásticas de que hoje dispomos para dar umas voltas!

 

Bem que tal começar pelo Museu do Cairo?

Lá encontramos a maior colecção de obras de arte e de objectos do quotidiano dos antigos egípcios, para não falar de múmias, papiros, e outros importantes testemunhos, o que não é de admirar, se pensarmos que estamos na capital do moderno Egipto.

 

Próximo dele só as colecções do Museu Britânico (Londres) e do Louvre (Paris), em resultado do trabalho realizado pelos arqueólogos europeus nas terras egípcias desde o tempo de Napoleão e ao longo dos séculos XIX e XX.

 

 

link do postPor temposnotempo, às 16:51  comentar

13.1.10

 

A crença na imortalidade dominou a vida dos antigos egípcios (a uns mais do que outros, sabe-se... e no que respeita à mumificação ainda muito mais já que, na altura, as múmias custavam caro...).

 

Os "Livros dos Mortos", instruções para essa vida posterior à morte contam-se aos milhares no património que ficou do Antigo Egipto. Eram rolos de papiro onde elas eram escritas e depositadas. Esses rolos acompanhavam depois o morto no seu túmulo (para os que o podiam ter, obviamente! A maioria da população não passou do chão de areia, simplesmente).

 

Fica um pequeno mas muito rico filme sobre este assunto, ligado aos mitos e à religião, mas também à cultura, à escrita, à pintura, à arquitectura, à escultura e às artes decorativas egípcias. Espero que gostem!

 

 

link do postPor temposnotempo, às 20:07  comentar

12.1.10

 

 

Falámos dele no 8º ano. Pouco que os tempos que correm (1 tempo semanal de escassos "90" minutos...) não dão para mais...

 

Mas que diabo: o homem descobriu a América para os ocidentais (e para os orientais que era afinal em quem ele queria "tocar"!

 

A 3 de Agosto de 1492 saiu do sul de Espanha a comandar três pequenas naus que, é claro, ficaram famosas: a "Santa Maria", a "Niña" e a "Pinta". Em 12 de Outubro chegava (sem saber) a uma ilhota das Bahamas.

 

O contrato com os reis espanhois era tudo menos modesto: nas terras que viesse a descobrir na Ásia - que era onde ele julgava que tinha de ir forçosamente parar (a terra é mesmo redonda e ela sabia-o bem...) - seria nomeado "almirante dos mares" e "vice-rei".

 

Azar!...pelo meio a barreira americana aplicou-se a estragar tudo! E ainda por cima D. João II de Portugal, também. De regresso a Espanha, faz a primeira escala em Lisboa, junto do rei português. Dessa história já falámos - deu no célebre Tratado de Tordesilhas, em que os dois reinos peninsulares se puseram em "bicos dos pés" na dança da divisão do mundo em dois - "este para mim; aquele para ti", com os outros reinos a assistirem... espantados!

 

Voltou lá mais três vezes: 1493; 1498; 1502. Deu para perceber que da Índia esperada... nem rastos!

 

Entre 1501 e 1502, entretanto, o italiano Américo Vespúcio percorria ao serviço do rei de Portugal as costas do Brasil e foi tão para baixo que passou mesmo o rio da Prata, local das cidades de Buenos Aires e Montevideu actuais. Era impossível estar no Oriente! Estava-se em presença de um novo continente, baptizado com o nome de  "América" em homenagem a esse navegador que primeiro compreendeu a sua existência.

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 23:34  ver comentários (1) comentar

10.1.10

 

 

Também no Youtube há muitos materiais sobre a construção das Pirâmides.

 

Este excerto que vos deixo deve merecer a vossa atenção. Vão ver que vale a pena!

 

Depois, certamente com vontade de não parar, têm à vossa disposição outros exceros do mesmo documentário e muitos outros. Aproveitem!

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 23:22  ver comentários (1) comentar

 

O Faraó Akhenaton (1353?-1336?) e sua mulher Nefertiti (c. 1380-1345 a.c.)

 

Interessa a todos: descobri no Youtube este vídeo com um repositório de imagens sobre a arte egípcia antiga - e não só! - fantástico: arquitectura, escultura, pintura, baixos-relevos, papiros, ourivesaria, mobiliário, etc. etc.

 

É talvez um pouco longo demais, mas já sabem que podem corrê-lo como pretenderem e pararem-verem onde mais vos interessar.

 

 

 

link do postPor temposnotempo, às 23:20  comentar

7.1.10

 

     Falámos das pirâmides egípcias vendo material fílmico "arrepiante", relativamente ao grupo mais conhecido, estudado e falado: as três grandes pirâmides de Gizé a de Kéops (Kufu), Kéfren e Mikerinos (Menkaure). Há muitas mais para além delas. Falaremos disso.

 

     Hoje atraem milhões de turistas de todo o mundo. Há quatro mil e quinhentos anos atrás, depois dos funerais dos Faraós e família, começaram a atraír, sobretudo, os ladrões de túmulos que, como viram, trataram de "limpar" delas todas as riquezas que puderam, e que lá foram depositadas para apoiar a vida eterna dos seus ocupantes- e não só das pirâmides como vamos ver -,  aproveitando as possibilidades das diferentes épocas e circunstâncias.

 

     Deixo-vos algumas outras imagens reveladoras da sua estrutura e dimensão - a maior, a de Kufu, mede qualquer coisa como 147 metros (um prédio de 50 andares, aproximadamente).

 

http://www.millenniumsistemas.com.br/sites/orionbelt/imagens/piramides_perfil_largo.jpg

 

Vistas do espaço, através das lentes de um satélite:

 

pyramids_min.jpg

http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.evanog.com/press/wp-content/uploads/2007/10/pyramids_max.jpg&imgrefurl=http://www.evanog.com/press/%

 

Vistas com a sua muda guardiã - a Grande Esfinge:

 

 

 

Vista (a de Kufu) por dentro, em esquema:

 

 

 

 

Imaginadas no seu esplendor, com as ligações aos templos de apoio, junto ao rio Nilo:

 

As Pirâmides do Egito.Imagem: students.fct.unl.pt

 

http://images.google.pt/imgres?

link do postPor temposnotempo, às 22:45  ver comentários (1) comentar

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