Este é um blogue instrumental, feito sem veleidades. Penso nos meus alunos e na forma de o usar para lhes ser útil: experiência que se quer alimentada de experiências... e de invenções dos tempos que não temos tempo para ter...
14.2.09

                       Ed. Assírio & Alvim, 1998

 

 

Já recorri aqui a este livrinho encantador: "Poemas de Amor do Antigo Egipto".

 

Em dia de lembranças desse sentimento único que faz a diferença  da nossa existência, mas que também nos aperta tanto a barriga e a alma (o coração?) e nos traz, às vezes, tantas sensações amargas, volto a ele (quer dizer, a uma época algures entre 1567 e 1085 a.c.!) Pois... evoluímos pouco, eu sei...

 

1

Cobarde, por que murmuras todo o dia no teu coração a

                                                                              palavra do amor?

Porque falas dela incessantemente,

A toda a hora, a qualquer hora

Excepto quando está presente em carne e osso?

Deixa-te disso, homem,

Vai ter com ela, e tenta portar-te como se falasses a sério.

 

2

Encontro o meu amor a pescar

De pés nos baixios.

 

Tomamos juntos o pequeno-almoço

E bebemos cerveja.

 

Ofereço-lhe a magia das minhas coxas

O meu conjuro prende-o.

link do postPor temposnotempo, às 11:38  comentar

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